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Evolução do Sistema Agrário da Amesc |
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O Extremo Sul Catarinense é caracterizado pela diversidade cultural. A miscigenação das raças é resultado de diferentes correntes migratórias, responsáveis pelo povoamento da região. Enfrentando, toda essa herança cultural, bem diversificada de nossos antepassados, ricas em valores, praticamente desapareceram.Â
O sistema fundiário em que se acentuou essa colonização foi o da pequena propriedade, constatando-se que a economia de simples subsistência foi adquirindo feição comercial.
Uma das atividades que mais rendeu no séc. XVIII, foi a produção de farinha de mandioca, inclusive produzindo excedente exportável.
O grande impulso no desenvolvimento econômico e social da região, deu-se em decorrência da abertura da estrada Conventos/Curitiba. Esta nova estrada cortava o vale de Araranguá, seguia do Morro dos Conventos em direção à Serra Geral e daà aos campos de Curitiba.
No final do séc. XVIII, a região destacava-se como grande exportadora de farinha de mandioca, açúcar, aguardente, feijão, milho e banha. |
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Arqueologia do Extremo Sul de Santa Catarina |
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Ainda hoje, a pré-história dos municÃpios que atualmente compõem o extremo sul de Santa Catarina é praticamente desconhecida, por causa da falta de levantamentos arqueológicos que possam mostrar as diversas culturas que, no passado, aqui viveram.  Entre os municÃpios melhor estudados, estão os de Içara, Araranguá e Sombrio, no litoral. Com relação aos municÃpios do interior, praticamente nada foi feito até o momento.  No entanto, as informações disponÃveis, conseguidas principalmente em sÃtios arqueológicos existentes em municÃpios vizinhos, mas situados no Estado do Rio Grande do Sul, já servem para criar um quadro provisório do que teria sido a ocupação mais antiga da região. |
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